30.11.09

Ideias DIY faça vc mesmo...

Eu sempre fiz minhas coisas em casa quando era solteiro, e memo estando casado me aventuro nessa de Faça vc mesmo, tenho varios projetos semi acabados por aqui que vou estar postando pra as pessoas que curtem acompanhar...

Por exemplo:)

Eu mesmo recondiciono meus falantes das minhas caixas de som, alias tb fiz as caixas de som... varias ... Eu montei o projeto de amplificador gainclone do blog do douglas... muito bom... tb fiz dois pedais de guitarra do site guitar gadgets e montei a parte eletronica de uma guitarra por outro site...

agora estou me aventurando em alguns outros projetos e necessidades..

1-vou fazer um nivel de agua pra minha caixa d'agua(esquema, projeto,PCB)
2-varios amplificadores para transfomar minhas caixa de som em ativas (encheu o saco ficar levando as potencia separado!)(esquema, projeto,PCB)
3-Dois sequenciais de luzes para usar nas festas um eu ja fizzzzz mais deu algo errado pois não pisca as lampadas, vou resolver...rsrsrsrsrs
4-um projetor com uma tela de lcd que tenho aqui de 3"
5-armario para pia do meu banheiro
6-armario para o tanque de roupas

claro as coisas acontecendo vou colocando aqui as informações e arquivos...

A caixa onde vai tudo isso






Material bem barato aproveitado de um armario antigo de cozinha doado pela minha avó Anália... ta virando isso... O caixão zinho da BCD 3000, ta ficando maior do que eu imaginava, mas ta ficando legal...pelo menos nõa preciso me preocupar quando quizer trocar a placa mãe por outra melhor, ou colocar HDs.. não é?

Então vamos la lembrando que pra ver legal é de baixo pra cima...

valeu a visita...

28.11.09

Meu deus

Essa minha foto ai é de 2004 fala serio tenho que atualizar...
Fonte 20 pinos e teclado gamer



Placa Mãe Via Pc 1500 1ghz com memoria de 1gb


Itens que tenho...


BCD 3000

Modificação BCD 3000

Galera à partir de agora, a gente vai junto quebrar cabeça neste projeto meio maluco.



Mas é o seguinte:

BCD 3000
Teclado gamer Mini (para comandos que ficam faltando na BCD)
Motherboard Via PC1500 1ghz + 1 gb ram hd de 40gb (17 cm x 3cm x 17 cm)
Fonte Atx 20 pinos (no momento tenho uma grande mas vou arrumar uma mini)
leitor de cartão + rede + usb
Monitor lcd 15" com pe ou carcaça quebrado (que ainda vou comprar)

a ideia é a seguinte:

Não curto Notebook de jeito nenhum, e tb como sobraram algumas peças aqui em casa de um pc que fiz upgrade para um amigo resolvi que poderia montar um "BCD autonomo", o que seria isso?

Um BCD que pudesse levar dentro de uma maleta ( qual eu ainda não sei pois deve ser nas medidas minimas possiveis) e que ao abrir a maleta o monitor lcd ja estivesse embutido na tampa e a cpu exclusiva dentro da maleta junto com o bcd,o teclado gamer e fonte do pc e que ao ligar ja entraria direto no tracktor com boot personalizado e tudo, bem portatil e sem precisar de mais nada a não ser um cabo de força para ligar a tomada mais proxima e um cabo rca de audio para ligar a potencia....

Claro que parece doideira , mas vou fazerrrr....

Quem quizer pode acompanhar pois amanha estarei postando em meu Blog que esta desatualizado(digasse de passagem!!!!!!!) e no meu orkut as fotos dos itens que eu tenho... Vamos la passo a passo ao extreme modification BCD autonomiiiiiiiiiitsssss

Meu blog ta no meu orkut...

rsrsrsrs

Abraços

28.9.07

A origem do @

Na Idade Média, os livros eram escritos à mão pelos copistas. Os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas, e o motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram então valiosíssimos. Com o recurso do entrelaçamento de duas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de “em casa de”.
Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas o símbolo “@” continuou a ser usado nos livros de contabilidade. O “@” aparecia entre o número de unidades de mercadoria e o preço – por exemplo: o registro contábil “10@₤3” significava “10 unidades ao preço de 3 libras cada uma”. Nessa época, o símbolo “@” já ficou conhecido, em inglês, como at (a ou em).
No séc. XIX, nos portos da Catalunha, o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contábeis dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo “@” (a ou em), acharam que o símbolo seria uma unidade de peso. Para esse entendimento colaboraram duas coincidências: a unidade de peso comum para os espanhóis na época era arroba, cujo “a” inicial lembra a forma do símbolo; os carregamentos desembarcados vinham freqüentemente em fardos de uma arroba.
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos. O teclado tinha o símbolo comercial “@”, que sobreviveu nos teclados dos computadores. Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico (e-mail), Ray Tomlinson aproveitou o sentido do símbolo “@” (at), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim, Fulano@ProvedorX ficou significando “Fulano no ProvedorX.
Em diversos idiomas, o símbolo “@” ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em italiano, chiocciola (caracol); em sueco, snabel (tromba de elefante); em holandês: apestaart (rabo de macaco); em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários países europeus.

Brasil se prepara para reforma ortográfica

O fim do trema está decretado desde dezembro do ano passado. Os dois pontos que ficam em cima da letra u sobrevivem no corredor da morte à espera de seus algozes. Enquanto isso, continuam fazendo dos desatentos suas vítimas, que se esquecem de colocá-los em palavras como freqüente e lingüiça e, assim, perdem pontos em provas e concursos.

O Brasil começa a se preparar para a mudança ortográfica que, além do trema, acaba com os acentos de vôo, lêem, heróico e muitos outros. A nova ortografia também altera as regras do hífen e incorpora ao alfabeto as letras k, w e y. As alterações foram discutidas entre os oito países que usam a língua portuguesa --uma população estimada hoje em 230 milhões-- e têm como objetivo aproximar essas culturas.

Não há um dia marcado para que as mudanças ocorram --especialistas estimam que seja necessário um período de dois anos para a sociedade se acostumar. Mas a previsão é que a modificação comece em 2008.

O Ministério da Educação prepara a próxima licitação dos livros didáticos, que deve ocorrer em dezembro, pedindo a nova ortografia. "Esse edital, para os livros que serão usados em 2009, deve ser fechado com as novas regras", afirma o assessor especial do MEC, Carlos Alberto Xavier.

É pela sala de aula que a mudança deve mesmo começar, afirma o embaixador Lauro Moreira, representante brasileiro na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa). "Não tenho dúvida de que, quando a nova ortografia chegar às escolas, toda a sociedade se adequará. Levará um tempo para que as pessoas se acostumem com a nova grafia, como ocorreu com a reforma ortográfica de 1971, mas ela entrará em vigor aos poucos."

Tecnicamente, diz Moreira, a nova ortografia já poderia estar em vigor desde o início do ano. Isso porque a CPLP definiu que, quando três países ratificassem o acordo, ele já poderia vigorar. O Brasil ratificou em 2004. Cabo Verde, em fevereiro de 2006, e São Tomé e Príncipe, em dezembro.

António Ilharco, assessor da CPLP, lembra que é preciso um processo de convergência para que a grafia atual se unifique com a nova. "Não se pode esperar resultados imediatos."

A nova ortografia deveria começar, também, nos outros cinco países que falam português (Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor Leste). Mas eles ainda não ratificaram o acordo.

"O problema é Portugal, que está hesitante. Do jeito que está, o Brasil fica um pouco sozinho nessa história. A ortografia se torna mais simples, mas não cumpre o objetivo inicial de padronizar a língua", diz Moreira.

"Hoje, é preciso redigir dois documentos nas entidades internacionais: com a grafia de Portugal e do Brasil. Não faz sentido", afirma o presidente da Academia Brasileira de Letras, Marcos Vilaça.

Para ele, Portugal não tem motivos para a resistência. "Fala-se de uma pressão das editoras, que não querem mudar seus arquivos, e de um conservadorismo lingüístico. Isso não é desculpa", afirma.